terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os 3 (três) principais segmentos de investimentos

          Temos falado muito em comportamentos e atitudes, conceitos e explicações sobre finanças pessoais. Mas, se você possui um dinheiro guardado na poupança e quer começar a investir, por onde deve começar? Deve começar aprendendo e pesquisando sobre os diversos tipos de investimentos disponíveis no mercado. Há inúmeras opções para se começar a investir, mas os investimentos se classificam basicamente em 3 (três) segmentos principais:
1)      Empresas:
Ter o próprio negócio ou investir em algum empreendimento pode trazer recompensas maravilhosas. Esse tipo de investimento é o mais complexo, mas pode trazer retornos espetaculares, pois, se bem gerenciado e controlado, o faturamento pode ser ilimitado!
É preciso muita dedicação para o negócio se tornar viável, mas em contrapartida, esses horários são flexíveis e sendo dona de seu próprio negócio, você tem mais liberdade para se expressar do que se estivesse trabalhando para outros.
A taxa de fracasso desse tipo de investimento é muito alta. Segundo Dornelas (2001), a taxa de fracasso (falência) dessas empresas é de aproximadamente 70%. Portanto, para que isso dê certo, é necessária uma análise criteriosa de todos os fatores do negócio, pois como não há garantias de sucesso, é preciso estar o mais prepara possível para enfrentar os desafios.
Muitas opções de empreendimentos hoje não exige que você disponha de muito capital para começar o seu negócio. Além disso, existe a possibilidade de financiamento para empresas que estão começando, dependendo do segmento.
2)      Imóveis
O investimento da em imóveis é um pouco menos complexo que o de ser dona do próprio negócio, mas o risco é relativamente menor (em geral) pois os processos, por serem mais lentos quando comparado a outros investimentos, faz com que o mercado imobiliário oscile devagar, podendo apresentar valorização, além de oferecer fluxo de caixa ao investidor.
Esse tipo de investimento garante ao investidor controle de administração sobre a propriedade, no entanto a liquidez é muito baixa e é preciso muitas horas de dedicação para uma boa gestão, além de demandar conhecimento sobre o mercado imobiliário.
3)      Ativos do Mercado Financeiro
Esses ativos podem ser: CDB, Ações, Tesouro Direto, Debêntures, entre outros. São negociados basicamente através de bancos e corretoras de valores, o que faz com que o início a esses investimentos seja bastante acessível. Basta ter uma conta em um banco e conversar com o assessor, que pode ser tanto do banco quanto de uma corretora de valores.
Como a variedade de tipos de papéis desse segmento é muito grande, é difícil delinear características que se apliquem a todos, ou ao menos, à maioria deles. No entanto, é interessante saber alguns conceitos interessantes sobre esse segmento:
·         Os ativos desse segmento podem oferecer tanto Renda Fixa, como Renda Variável;
·         Alguns ativos provém fluxo de caixa (Ações que pagam dividendos, Fundos Imobiliários, alguns títulos do Tesouro Direto);
·         Há isenção de impostos em ganhos de capital com ações, de valor inferior a R$20.000,00 (vinte mil reais);
·         É necessário analisar criteriosamente as taxas que são cobradas, para que não represente um valor alto, que irá eventualmente eliminar qualquer lucro que possa ser obtido do investimento.
Vimos os principais tipos de investimentos, e suas características mais marcantes. É importante lembrar que isso não é o suficiente. É necessário pesquisar e estudar mais profundamente cada tipo de investimento e, de acordo com o seu perfil, decidir qual será o seu investimento principal.


REFERÊNCIAS:
Kiyosaki, Kim. It’s Rising time! Scottsdale: Plata Publishing, 2011

Dornelas, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A Independência financeira através do fluxo de caixa


No ultimo artigo Fluxo de Caixa e Ganho de Capital, o conceito de fluxo de caixa foi abordado, além de alguns exemplos serem citados. Portanto, pode-se afirmar que fluxo de caixa é o dinheiro recebido todos os meses (ou outro período) sem que haja necessidade de trabalhar, ou seja, provém de investimentos e ativos. Isso chama-se renda passiva.
A seguir, as vantagens dos investimentos focados em fluxo de caixa serão abordadas:
·         Poupança: A maioria das pessoas não consegue poupar o bastante para levar uma aposentadoria tranquila: devido a muitos fatores, como discutido no artigo Razões que fazem praticamente impossível economizar para a aposentadoria, atualmente é muito difícil (se não impossível), poupar o suficiente para apenas gastar esse dinheiro nos seus anos de aposentaria.
·        Proteção: quem foca em fluxo de caixa, pode contar com certa proteção extra no sentido de perdas vs ganhos. Por exemplo: você comprou uma ação a R$10,00, que paga dividendos de 18% ao ano. No final do período, essa ação caiu R$1,00 equivalente a 10%, mas como você recebeu 18% em forma de dividendos, você ainda possui um lucro de 8%.
·         Longo Prazo: ao se preocupar em aumentar seu fluxo de caixa, sem a preocupação imediata de operações de ganho de capital, não há necessidade de se preocupar com os altos e baixos do mercado.
·         Fluxo de caixa gera fluxo de caixa: o processo de ir aumentando o montante do fluxo de caixa fará com que sua renda aumente a ponto de não sustentar apenas seus gastos, mas cobrir seus próximos investimentos, que por sua vez, gerarão mais fluxo de caixa para o seu bolso.
Em vista do que foi mencionado, é correto afirmar que a estratégia de investimento em fluxo de caixa possui inúmeras vantagens, a recompensa por deixar de gastar e imobilizar seu dinheiro é a receita contínua e regular, se bem administrada e planejada.


REFERÊNCIAS:


Kiyosaki, Kim. It’s Rising time! Scottsdale: Plata Publishing, 2011

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Fluxo de Caixa e Ganho de Capital

        Uma investidora espera dois resultados ao investir: Fluxo de caixa e Ganho de capital. Mas o que significa cada um deles?
Primeiramente, vamos abordar o fluxo de caixa. No último artigo Razões que fazem praticamente impossível economizar para a aposentadoria, falamos sobre as dificuldades de se poupar para a aposentadoria e a solução de alugar um imóvel, que colocará dinheiro no seu bolso todos os meses. Isso é fluxo de caixa. Você investe o dinheiro e em troca, recebe uma renda que pode ser mensal, trimestral, anual, enfim.
      As investidoras que tem como objetivo o fluxo de caixa, não querem vender os investimentos pois querem continuar recebendo essa renda regularmente. Elas não ficam tão preocupadas se o mercado estiver em alta, ou em baixa, pois elas focam no longo prazo e portanto, não se afetam com oscilações de curto prazo do mercado.
            E o ganho de capital? O ganho de capital é o jogo de comprar por um preço e vender por um preço acima do preço que pagou, obtendo lucro. Por exemplo, você compra um lote de ações por R$10,00 a ação, o preço da ação chega a R$25,00 e você vende. O lucro que você obteve é o ganho de capital.
Essas operações devem ser feitas continuamente ou a renda cessa.
            As investidoras que utilizam desse tipo de estratégia para obter renda visam mais o curto prazo e dependem das oscilações do mercado. Para proteger-se dessas oscilações de mercado, muitas pessoas usam mecanismos de proteção. Por exemplo: você comprou um imóvel e, para garantir tranquilidade mesmo se ocorrer algum imprevisto, você guarda um pouco de dinheiro. Um exemplo de proteção no mercado de ações são as opções – elas ‘travam’ o preço de compra/venda de ações.
            Os dois principais modos de investir foram explicados, assim como alguns exemplos foram dados. A escolha do método a ser aplicado depende de cada pessoa, suas características e objetivos. No entanto, é dito que a longo prazo e para a aposentadoria, o fluxo de caixa é o método mais indicado. Veremos o porquê no próximo artigo.

REFERÊNCIAS:
Kiyosaki, Kim. It’s Rising time! Scottsdale: Plata Publishing, 2011

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Os benefícios do fluxo de caixa


No ultimo artigo Fluxo de Caixa e Ganho de Capital, o conceito de fluxo de caixa foi abordado, além de alguns exemplos serem citados. Portanto, pode-se afirmar que fluxo de caixa é o dinheiro recebido todos os meses (ou outro período) sem que haja necessidade de trabalhar, ou seja, provém de investimentos e ativos. Isso chama-se renda passiva.
A seguir, as vantagens dos investimentos focados em fluxo de caixa serão abordados:
·         Poupança: A maioria das pessoas não consegue poupar o bastante para levar uma aposentadoria tranquila: devido a muitos fatores, como discutido no artigo ..., atualmente é muito difícil (se não impossível), poupar o suficiente para apenas gastar esse dinheiro nos seus anos de aposentaria.
·         Proteção: quem foca em fluxo de caixa, pode contar com uma certa proteção extra no sentido de perdas vs ganhos. Por exemplo: você comprou uma ação a R$10,00, que paga dividendos de 18% ao ano. No final do período, essa ação caiu R$1,00 equivalente a 10%, mas como você recebeu 18% em forma de dividendos, você ainda possui um lucro de 8%.
·         Longo Prazo: ao se preocupar em aumentar seu fluxo de caixa, sem a preocupação imediata de operações de ganho de capital, não há necessidade de se preocupar com os altos e baixos do mercado.
·         Fluxo de caixa gera fluxo de caixa: o processo de ir aumentando o montante do fluxo de caixa fará com que sua renda aumente a ponto de não sustentar apenas seu gastos, mas cobrir seus próximos investimentos, que por sua vez, gerarão mais fluxo de caixa para o seu bolso.
·        Riqueza infinita: ao contrário de uma determinada quantidade de dinheiro poupado, que é limitado, enquanto você não se desfazer desses investimentos que geram fluxo de caixa, eles estarão gerando dinheiro para você, até o dia que você resolver se desfazer deles.
Em vista do que foi mencionado, é correto afirmar que a estratégia de investimento em fluxo de caixa possui inúmeras vantagens, a recompensa por deixar de gastar e imobilizar seu dinheiro é a receita contínua e regular, se bem administrada e planejada.

REFERÊNCIAS:

Kiyosaki, Kim. It’s Rising time! Scottsdale: Plata Publishing, 2011

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Razões que fazem praticamente impossível economizar para a aposentadoria


Muitas mulheres jovens não se preocupam nem um pouco com a aposentadoria, mas é importante saber que, quanto antes a pessoa começar a poupar, a probabilidade de ter uma aposentadoria confortável é muito maior.
Além dos planos de aposentadoria tradicionais, como planos do INSS e previdência privada, várias mulheres pensam hoje em poupar para a aposentadoria, para garantir uma qualidade de vida maior e também para não ficar apenas à mercê dos planos convencionais, que são cada dia mais duvidosos.
No entanto, o que muitas mulheres não sabem é que atualmente, é praticamente impossível guardar dinheiro para se gastar na aposentadoria, ou seja, abrir uma conta poupança, por exemplo, e durante anos, ir guardando uma parcela da renda para que, quando você aposente, possua recursos o suficiente para garantir uma aposentadoria tranquila.
Essas razões são:
1)    Aumento de impostos
2)    Redução do rendimento da poupança
3)    Cobranças de taxas evasivas
4)    Inflação
5)    Desvalorização do real perante as outras moedas
6)    Redução do rendimento da poupança
7)    Aumento da expectativa de vida

Tendo em vista isso, para aquelas que tinham como objetivo poupar para a aposentadoria, é interessante rever a estratégia a ser seguida, pois o que funcionava para nossas avós e até nossos pais, pode não funcionar na economia atual.
Então como garantir uma renda extra quando os anos de ouro chegarem? Investindo. Ao invés de apenas guardar o dinheiro, aplicar esse dinheiro em algo que gere renda todos os meses, como exemplo, um imóvel alugado. Ao utilizar essa estratégia, você estará recebendo um valor pelo imóvel alugado, sem tocar no capital propriamente dito.

            Tendo isso em mente, é possível traçar uma estratégia mais tangível no que diz respeito a poupar (e investir) para a aposentadoria, tendo em vista as dificuldades a serem superadas se o dinheiro for somente guardado para a aposentadoria e não investido em algo que gere um fluxo de receitas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Todo investimento é um negócio

        Empreendedoras e investidoras pensam diferente de outras pessoas. Se você é uma empreendedora, você sabe do que eu estou falando. Se você não é, é apenas olhar para empreendedores como Steve Jobs, Anita Roddick, entre outros. Mesmo sem conhece-los, você admite que, para fazer o que eles fizeram, é necessário pensar diferente do que a maioria das pessoas.
        É necessário ver os investimentos com os olhos de empreendedoras, pois qualquer investimento é um negócio, sendo assim, todo o investimento:

Possui declaração de renda e balanço;
Possui a parte de vendas e marketing (principalmente ao se tratar de ações, negócios próprios ou muitos outros tipos de investimentos);
Deve ser rentável para sobreviver;
Deve ter uma equipe por trás
Deve ter um propósito de existir

       Portanto, ao ver o seu investimento como um negócio, você consegue enxergar melhor cada aspecto dele, assim, será possível fazer uma melhor gestão do investimento, analisando seu desempenho e por fim, auxiliando na tomada de decisão.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dívidas

          Segundo o dicionário, dívida é “obrigação de pagar alguma quantia de dinheiro a outrem”. Pois bem, a maioria das pessoas acreditam que dívida é algo sempre ruim, algo que deve ser temido. Mas não é sempre assim. Na verdade as dívidas podem ser boas ou ruins dependendo dos seguintes aspectos:

  •          Como esse dinheiro será usado: a dívida pode ser boa ou ruim dependendo do que você está aplicando-o. Se esse dinheiro emprestado é apenas para consumo – uma jóia, sapatos ou um casaco novo – então é uma dívida ruim.
  •          Quem pagará por essa dívida: Uma dívida é ruim quando você precisa pagar do seu bolso. Uma dívida é boa quando alguém pagará essa dívida por você. Por exemplo: você financia uma casa (uma dívida) que será alugada. Se você administrar bem essa propriedade, a receita do aluguel pode pagar a sua dívida. Isso é uma boa dívida.
          Agora que já sabemos a diferença entre essas dívidas, vamos falar sobre a dívida ruim, que é a que a maioria de nós enfrenta atualmente: a dívida ruim, é chamada de ruim por diversas razões: nos tira o sono e acaba com o nosso bom humor. Muitos conselhos são dados para acabar com a dívida, mas infelizmente, é visto que poucos desses conselhos realmente funcionam. Kim Kiyosaki quando fala sobre dívidas, descarta esses conselhos tradicionais e trás conselhos diferentes no que tange ao pagamento de dívidas, são eles:

  1. Foque em pagar as dívidas de menor valor primeiro, pois isso dá uma sensação de realização, que te incentivará a continuar com seu plano de sair das dívidas
  2. Ao focar em uma dívida a pagar, continue pagando um pouco das outras – o mínimo das outras, se possível
  3. Não se aperte nas suas finanças, como reduzir seus gastos ou mudar seu estilo de vida, mas faça algo diferente para conseguir 100 reais a mais por mês – o que não é tão difícil – veja o artigo Ideias de atividades que proporcionam renda extra às mulheres
          Por fim, essas são algumas orientações à respeito de dívida, uma palavra que amedronta a maioria das pessoas. Ao entender o que são dívidas ruins, e dívidas boas, é possível eliminar as dívidas e ruins e começar a investir em boas dívidas, que lhe trarão fluxo de caixa.

REFERÊNCIAS:

Kiyosaki, K. It's Rising Time. Plata Publishing: Scottsdale, 2011